Candidata a miss morta em queda de prédio no Rio se mudou para investir na carreira de modelo
Ana Luiza foi encontrada sem vida por volta das 5h30 de quarta-feira

Foto: Reprodução/Redes Sociais
A morte da psicóloga e maquiadora profissional Ana Luiza Mateus, de 29 anos, é investigada após a jovem cair do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ela havia se mudado para a cidade há pouco mais de um ano com o objetivo de investir na carreira de modelo e era candidata ao Miss Cosmo Brasil.
O namorado da vítima, Endreo Ferreira, foi preso em flagrante na quarta-feira (22), suspeito de feminicídio. Horas após a detenção, ele tirou a própria vida dentro da unidade policial onde estava custodiado.
Segundo o amigo João da Cruz Neto, o ingresso no mundo da moda representava a realização de um sonho para Ana Luiza. Durante esse período, ela chegou a desfilar no São Paulo Fashion Week e também atuou por meio de uma agência de modelos no Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, a jovem mantinha uma presença ativa, compartilhando registros de viagens, principalmente para praias, além de conteúdos ligados à carreira de modelo, rotina de treinos e cuidados com a beleza. Com cerca de 35 mil seguidores, também realizava publicidades para marcas de cosméticos e produtos de suplementação. Ainda de acordo com o amigo, o relacionamento era marcado por episódios de ciúmes por parte do namorado, que não aprovava a exposição da jovem na internet.
Ana Luiza foi encontrada sem vida por volta das 5h30 de quarta-feira. Testemunhas relataram ao g1 que o casal chegou ao condomínio residencial Alfapark discutindo. Após a briga, Endreo deixou o local sozinho.
Funcionários do condomínio teriam orientado a jovem a sair do imóvel caso o companheiro retornasse. Na ocasião, ela afirmou que havia adquirido uma passagem de volta para casa, mas decidiu permanecer no apartamento. A queda ocorreu durante a madrugada. O voo com destino à Bahia estava previsto para o mesmo período.
Após ser preso, Endreo Ferreira utilizou uma bermuda para se enforcar dentro de uma cela da Delegacia de Homicídios do Rio. Ele não resistiu. O espaço passou por perícia no início da noite.
Em depoimento à polícia, o suspeito confirmou que o relacionamento era marcado por constantes discussões e declarou que sentia muito ciúmes da vítima.
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