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Bruno Reis determina abertura de processo disciplinar contra agente da Transalvador após vídeo polêmico

Prefeito afirmou que conduta da servidora, que teria dito ser de uma facção durante discussão com um motorista, não será tolerada pela administração municipal

| Autor: Redação - Varela Net
Bruno Reis determina abertura de processo disciplinar contra agente da Transalvador após vídeo polêmico

Foto: Equipe Varela Net

O prefeito de Salvador, Bruno Reis, determinou a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar a conduta de uma agente da Transalvador que aparece em um vídeo afirmando ser integrante de uma facção durante uma discussão com um motorista. O caso ganhou repercussão nas redes sociais na terça-feira (22).

Segundo relatos sobre o episódio, a discussão ocorreu durante uma fiscalização de trânsito. Nas imagens, a agente afirma: “Eu sou da facção, p*rra” e, posteriormente, diz ser da “facção Transalvador”. A identidade da servidora não foi divulgada oficialmente.

Questionado sobre o caso nesta quarta-feira (23), Bruno Reis afirmou que ainda não havia acompanhado os detalhes da ocorrência, mas disse ter determinado a abertura do procedimento administrativo para investigar a situação.

“Não concordei, mas já determinei a abertura de um PAD, um processo administrativo disciplinar para apurar a irregularidade e, se for caso, ser sumariamente demitida do serviço público”, afirmou o prefeito.

Bruno Reis também criticou a postura atribuída à servidora e destacou que funcionários públicos devem manter uma conduta adequada no atendimento à população.

“A gente não pode tolerar, primeiro, qualquer servidor destrate o cidadão e depois que utilize, seja por qual motivo for, qualquer conflito que tem existido, esse argumento. Isso é inadmissível e nós vamos agir”, declarou.

O prefeito ainda ressaltou que os agentes públicos ingressam no serviço por meio de concurso e, por isso, devem seguir as normas da administração pública.

Antes da declaração de Bruno Reis, a Transalvador já havia informado que iria apurar internamente o episódio. Em nota, o órgão afirmou que as declarações feitas pela agente não correspondem à postura esperada dos servidores e que os agentes são orientados a atuar com respeito, equilíbrio e profissionalismo.

A abertura do PAD deverá analisar as circunstâncias do ocorrido e a eventual responsabilidade administrativa da servidora. A possibilidade de demissão mencionada pelo prefeito dependerá da apuração e das conclusões do processo.

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